sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Eu amo publicidade!

Propaganda do creme depilatório Veet...mais apropriada impossível.



Adoro trocadilho! Descobri há pouco que "bush" tem esse outro sentido.

Descoberto no 100 milimetros

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O teu cabelo não nega

(E por que negar?)

O documentário, Good Hair (Cabelo Bom), recebeu nessa semana o prêmio de melhor documentário no Festival de Sundance. O filme de Jeff Stilson acompanha o comediante Chris Rock em uma investigação importantíssima. A filha de Chris, perguntou a ele chorando: "Pai, por que eu não tenho cabelo bom?". E o comediante se comprometeu a procurar quem enfiou isso na cabeça da sua pequena.

(A propósito, sou fã de Chris desde que ele produziu o "Everybody hates Chris" - o cara usa um sarcasmo inteligente sobre um problema tão pesado e que conhece tão bem como o racismo).

Voltando ao assunto...É impressionante que mesmo após todo movimento black nos Estados Unidos, toda valorização da cultura afro no Brasil, ainda se fale cabelo bom e ruim. Ruim por quê?

Remete até a década de 50, quando nos Estados Unidos, havia escola para brancos, e escola para negros. Até que conduziu-se um teste, provando que essa atitude só contribua para baixar (ou melhor, anular) a auto-estima das crianças. O teste pedia que algumas crianças escolhessem entre uma boneca branca e uma negra, na maioria dos casos as crianças preferiram a boneca branca, pois disseram que a boneca negra era feia. Pior, a grande maioria considerava-se parecida com a boneca branca, mesmo sendo negra e estudando em uma escola para negros.



Não sei se Obama vai resolver os problemas do mundo, sequer dos Estados Unidos, mas talvez esse ele resolva. Ele é o "Black Power" e será muito sádio para brancos e negros ver Obama's family na capa da People e de todas as revistas do mundo, com suas lindas filhas com trancinhas. Nenhum branco precisa querer fazer permanente, ou escurecer a pele, só pra contrariar Michael Jackson e ficar parecido com o Obama. Não quero que a cor negra seja a cor do poder, mas que o poder e a beleza não tenham cor. Afinal, o importante é não se negar, é ter orgulho de ser negro, branco, oriental, indiano, baixinha, altao, nariguda.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Turning points

A redação proposta no curso de inglês dessa semana é contar um "turning point" em sua vida, aquele momento tão especial, que se não tivesse ocorrido, sua vida seria outra. Não sei se é o tédio que ando tendo da vida, mas não consigo lembrar de nada. Acho que minha vida nunca teve um "turning point".

A vida sempre seguiu conforme o previsto. Ainda não encontrei a paixão que transformou minha vida, nunca mudei nem de bairro, me formei na profissão que sempre sonhei (desde criança), na faculdade que quis, sem muito esforço para passar no vestibular. O emprego veio como consequência e embora hoje, eu adoro o que faço, quando ingressei não era exatamente o emprego dos meus sonhos. E com os quais sonhei, eu tentei algumas vezes sem sucesso, logo não posso me arrepender.

Devo admitir que a vida vem sendo generosa comigo: vizinhos cordiais, amigos sinceros, uma ou outra paixão pelo caminho, vida social divertida, família carinhosa, dinheiro suficiente no bolso, não conheci grandes insucessos, tristezas, doenças, lutos. Até meus tropeções foram brandos. A vida seguiu, sem me surpreender, sem sequer me oferecer possibilidades de arrependimentos, e eu fui deixando ela me levar.

A construção pedida na redação "If I hadn't done something, I would have been someone different"...eu não consigo escrever. Parece que minha vida foi programada na maternidade. Se eu fosse um "Trumann" (do filme o Show de Trumann), meu roteirista certamente estaria em greve e a audiência seria um fracasso.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Pro dia nascer feliz





Foi assim que raiou 2009 em Paraty.