sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Nós vamos invadir sua praia

A gente reclama do Brasil, sonha em morar em Londres, Paris ou Nova Iorque, e de repente encontro vários gringos absurdamente apaixonados pelo Brasil. Eles investiram suas economias aqui, ou vieram com a cara e a coragem, ou estão torcendo para que o país que amam lhes dê alguma oportunidade.

Marco é italiano e investiu suas economias para montar uma pousada e pizzaria em Soure, Marajó.
Sylvia é dentista alemã e jogou tudo para o alto para casar com um paraense e viver em Belém.
O Le Café é um dos únicos bares de Algodoal e o dono é um francês hiponga que se encantou com a vila e desistiu de voltar para casa.
Alex é australiano e gastou suas economias para montar o animado hostel de Manaus.
Pedro é analista de sistema da Vivo em Portugal e pediu transferencia para o Brasil. Ele tem tios e primos aqui e diz que prefere São Paulo a Lisboa.
Gregor é quimico em Berlim, mas já estagiou em Ouro Preto e já é a quinta vez que vem ao Brasil.
David, um médico inglês, diz que é muito dificil para um estrangeiro clinicar no Brasil e se não fosse a previdencia social que a Inglaterra lhe garante, viveria no Brasil. Ele também já estudou aqui por 3 meses e estava em sua quinta visita.
David me destimula a viver em Londres. "Lá é frio, chato e com pessoas frias, chatas".

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Mãe Terra

Em Maiandeua, conhecemos Sylvia, uma dentista alemã que mora em Belém há um ano. Seu marido paraense fez doutorado em Berlim, depois de um tempo namorando à distancia, ela corajosamente largou tudo e veio viver com ele no Brasil. Contou que apesar de admirar o otimismo brasileiro, para ela isso as vezes soa como conformismo, o que gera discussão entre o modo de vida que ela conhece e o de seu paraense. Ela acha curioso que pessoas com tão menos sejam felizes, enquanto um conterraneo dela reclamam e agem por motivos até menores.

Já pensei como Sylvia e cheguei a me irritar com o povo do meu país. Mas John, outro Filho de Maiandeua, nos deu a resposta que precisavamos. Ele tem 22 anos e ganha alguma coisa sendo guia turistico, ou conduzindo charrete, ou pescando. John não gosta de Belém. É que em Algodoal, ele é um garoto popular, atacante do time, bom dançarino de carimbó, praticamente, o amigo do rei. Agora, em Belém, notam que John não tem sapatos e o diferenciam. Ele nunca precisou de sapatos em Algodoal, afinal as duas únicas ruas da cidade são de areia que pede como máximo luxo um chinelo de dedo. Além do mais, ninguém usa sapatos (nem mesmo o dono da única casa com piscina) e então, John é tão bom quanto todos ali.

John disse que não quer sair de Algodoal, porque ali ele tem tudo o que se precisa para viver: tranqüilidade e comida farta. "Eu pesco camarão, peixe, pego caranguejo no mangue, cato fruta do pé. Comida tem todo dia pra mim e pra minha família".

Em Algodoal todos são filhos de Deus e de Maiandeua.

Vila dos sonhos


Tanto esforço valeu a pena. Algodoal, uma das ilhas do arquipelago de Maiandeua, é linda! Uma vila pequena, com 1km quadrado, um lugar perdido no tempo que pensei que nem existisse mais. Max (Maxwell) Filho de Maiandeua (que significa Mãe Terra) foi nosso guia. Em Maiandeua, só se chega de barco, e carro não tem acesso de jeito nenhum. Para se locomover dentro da vila só por bicicleta ou charrete. A luz chegou há dois anos e tirando chuveiro eletrico (q eu fiquei 11 dias sem saber o que era), as casas já tem ar condicionado, TV, DVD, geladeira, computador e tudo mais.
Lá tem de tudo: Praia de agua salgada, mangues, muitas árvores carregadas de caju, carambola, açaí e manga, dunas de areia branca e fininha com lagos de agua doce que formam um oásis. E o melhor, muito tranquilo, um lugar praticamente desconhecido pelos turistas.

Pra se ter uma idéia da graciosidade do lugar, voltavamos da praia a noite e na porta de nossa pousada havia um monte de gente sentada de ambos os lados da rua. É que estava acontecendo o bingo de um bolo. Depois, montaram uma mesa de carteado. Tudo à luz do luar. Só foi uma pena não ser lua cheia, época em que os filhos de algodoal dançam carimbó na praia.

Perrengue das guerreiras





Vendo as fotos do Valdir, decidimos que iriamos de Marajo direto para Algodoal, uma ilha paraense com praias marítimas e fluviais. Para se chegar a lugares isolados, sem presença de turista, é muito perrengue e mais uma vez eu e a Cris iamos encarar uma aventura. 4h30 estavamos na porta da pousada com as mochilas de 12kg nas costas. Uma van nos pegou na porta e nos deixou no porto Camará, que liga Marajó a Belem. Estavamos felicissimas, um luxo, ar condicionado e nem precisamos pegar fila para comprar as passagens para o barco. Entramos no barco com o dia amanhecendo. Lindo! e três horas depois de muito balancê balancê chegamos a Belém. Pegamos um taxi até a rodoviaria, depois um ônibus urbano e uma hora depois estavamos em Castanhal, andamos 8 quadras suando em bicas, e pegamos mais uma van até Marudá. Van lendária a proposito, que entrava mentirosos pedindo esmola e eram desmascarados ou vendendo produtos bizarros, como um sorvete de bola dentro de um saco plástico. Depois de duas horas, descemos no ponto final e ainda teriamos que pegar mais uma hora de barco até Algodoal. Chegamos a pousada de Dona Socorro às 15h00. Foram dez horas e meia de perrengue total com apenas uma tapioca no estomago.

Mama mia



Ficamos dois dias em Marajó. Aproveitamos que só existe a estação sol no Norte para pegar praia. Fomos às de Pesqueiro e Anaruna, ambas muito bem preservadas e praticamente isoladas. Em Pesqueiro havia um único quiosque aberto e era mais do que suficiente para atender eu, a Cris e o Valdir, um turista goiano que nos deu boas dicas de viagem.

Em Soure, nossa gincana era procurar uma xícara de café preto e quente. Impossível. Percebemos que as pessoas deviam tomar café em casa e não estavam acostumadas a receber turistas. Aliás, o turismo em Soure gira em torno das pessoas que vivem em Belém e vão pra lá somente no veraneio, curtir a praia que não existe na capital. Passamos dois dias em abstinencia de cafeina, mas na última noite encontramos um oásis, a pizzaria Casarão.

O proprietário da pizzaria é Marco, um italiano que há dois anos mudou-se para Marajó. Com suas economias construiu uma pousada e pizzaria em um casarão tão bonito e imponente que destoa da cidade simples. O único restaurante da cidade (os outros eram botequim que serviam PFs) só abre aos fins de semana, mas demos sorte que a cidade estava na semana do Cirio de Nazaré e funcionou a partir de quinta-feira. Além da pizza Marajoara, com carne e queijo de bufalo, provamos de sobremesa o creme de Sapotilha, colhidas do quintal.
Pena que já era hora de voltar.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Fazenda dos sonhos




Em Marajó, o transporte principal é o mototaxi. Dois motoqueiros nos levaram até a Fazenda São Jeronimo – no caminho muitas casinhas de sapé (todas com a imagem de Nossa Senhora de Nazaré na porta) e árvores carregadas.

Na Fazenda, fizemos uma trilha acompanhada de Seu Brito, o proprietário. Homem simples, mas um dos mais inteligentes que já conversei na vida. Ele é politizado, tem três faculdades e trabalhou na marinha por pelo menos 30 anos. Aposentou-se e em vez de gastar suas economias comprando um bom apartamento no Rio de Janeiro, adquiriu por R$ 400 mil a bela fazenda onde nasceu. Lá montou um hotel fazenda e vive na maior paz.

O lugar é lindo e foi usado como cenário para uma das versões do programa No Limite da Globo. Seu Jeronimo cobrou apenas R$5 mil da emissora, um valor simbólico, em troca do marketing que ganharia. Acho que não ganhou muito, Marajó é bem desconhecida pelos turistas.

Depois de uma trilha acompanhada de bufalos, pegamos um caminho construído por Seu Brito feito com três bambus e açaíceiro que passa por dentro do majestoso mangue. Só vendo a foto para acreditar. O lugar é enorme, com mangueiros (árvore do mangue, não tem nada a ver com a manga) que tem raízes com o dobro do tamanho de um homem. Parecia cenário de filme de fantasia. Ao final da trilha um presente de tirar o folêgo: 12 km de praia deserta. Você jura que é mar, mas ao mergulhar percebe que a água é doce e turva. É rio misturado com mar. Uma riqueza tipicamente Marajoara.

A maior ilha do Brasil

O Pará explora muito pouco o turismo. E viajar por um lugar assim tem suas vantagens e desvantagens. Um dos lados ruins é a dificuldade para se chegar a algum lugar. Decidimos conhecer Marajó – por onde obviamente só se chega de barco. Ele saí de Belém às 6h e às 14h. Às 5h30 da manhã já estavamos no porto com 12 quilos na costas para comprar as passagens. O barco saiu quase lotado e tinha três pavimentos que balançam muito.

Depois de três horas de viagem, o pessoal vira bicho e saí pulando as janelas para pegar logo os ônibus ou vans que levam do porto em Camará até as principais cidades da Ilha, Soure e Salvaterra. Para chegar a Soure, pegamos o ônibus até a balsa, depois a balsa, depois outro ônibus, e depois caminhamos oito quadras com a mochila nas costas em um calor de 82ºC no sol a pino. O ônibus era uma aventura. Lotado com pessoas com sacolas enormes e gaiolas de tudo quanto era bicho.

Soure é uma cidade bem rural, mas considerada grande, para os termos Marajoara. Boa parte é asfaltada, cheia de mangueiras e cajueiros e bufalos passeiam nas ruas calmamente. A pousada Asa Branca era simples, mas acolhedora. Chuveiro eletrico não tinha, aliás, foram 11 dias sem saber o que era banho quente, mas com aquele calor todo nem precisava. O quarto tinha ar condicionado e esse era o maior luxo que queriamos. O restaurante era bom, oferecendo uma porção bem servida de Filé de Bufalo com queijo e água de coco bem gelada. Uma delicia!

Nossa Senhora de Nazaré



A Cadetral de Nazaré é a principal igreja de Belém. Lindissíma. Toda em mármore e com o estilo barroco. A grandiosidade e beleza faz até quem não é católico, como eu, reverenziar. Curioso perceber como a fé catolica é fortemente capturada pelo visual, não é a toa que a Igreja aproveitou muito bem a arte, especialmente o barroco.

É dessa catedral que parte o Cirio de Nazaré, o maior evento católico do mundo, que leva às ruas cerca de 2 milhões de fieis. A procissão ocorre sempre no segundo domingo de outubro, então as ruas ainda estavam enfeitadas, a quermese cheia, as casas tinham cartazes na porta e as árvores cheias de fitas com pedidos de graça.

Beleza Paraense





A cidade ainda preserva bem sua arquitetura colonial. Azulejos portugueses e janelas arrendondas são faceis de se encontrar. A Feliz Lusitania é o melhor lugar para se admirar a arquitetura da região. Um complexo de prédios históricos revitalizados, composto pelo Forte, a Igreja de Santo Alexandre, onde funciona o Museu de Arte Sacra, a Catedral da Sé, uma bela Praça, e a Casa das Onze Janelas, onde tem museu e um jardim lindo que dá para o Rio Guajará. Lá admiramos o primeiro por-do-sol mais perto do Equador.

O paraense é um povo cheio de orgulho de sua terra e os museus tinham exposições apenas de artistas “Filhos do Pará”, como costumam falar. No jardim das Onze Janelas – que é aberto – encontramos Alyne e suas amigas colegiais, que provaram que além de hospitaleiro, o paraense é também muito bonito. A beleza é bem típica: pele morena, rosto arredondado, cabelos negros, pesados e brilhosos. Era raro encontrar mulheres com cabelo tingido, o que mostrava um certo orgulho de suas misturas com traços indigenas. Há quem diga que não são um povo bonito, mas veja só que lindas essas colegiais e minhas divas do tecnobrega.

Enterrei 3





Ao lado da Estação das Docas fica o Mercado Ver o Peso. O lugar é bem peculiar e vende barato artesanato, ingredientes para os pratos típicos, e até animais vivos. Tudo é sujo, com pouca conservação e rodeado de moscas e urubus, nada apetecedor. A visita vale pela seção das erveiras. Logo fomos abordadas por algumas que tem remédio para um tudo. Reumatismo, cólicas, acne, e vidrinhos com poções coloridas: Chama dinheiro, óleo da Felicidade, Corre Atrás, Pega e Não me Larga, Busca quem está Longe, Amansa Corno, Abre a Mão, Abre Caminho, Comigo Ninguém Pode, Vence Tudo, Chora aos meus pés, Amansa Chefe e até Xota da Bota, que dona Tieta, erveira filha de india, promete que deixa “ela” mais apertadinha e o sexo mais gostoso. Pergunto a ela se o “pega e não me larga” funciona mesmo, se ela era casada há muito tempo. “Enterrei três já e estou de namorado novo”.

Delícias do Pará

Continuamos a andar até a Estação das Docas, possívelmente o porto mais bonito do país. Essa parte foi toda reformada e há boas lojas, choperias, restaurantes e sorveterias com mesas de frente para o Rio Guajará. O calor do Pará é intenso – sempre passando dos 30ºC, já era começo de tarde e hora ideal pra conhecer a Cairu, a sorveteria mais famosa da cidade que tem filiais em toda parte. O sorvete é tipo italiano, mas aproveita e bem a variedade de sabores paraenses, como o sorvete de Bacuri, Tapereba e Açaí com Tapioca que provei. Aliás, a culinária é um capítulo a parte.



A culinária paraense é riquissima: Peixe de água doce ou salgada (afinal, o estado é banhado tanto pela Bacia Amazonica quanto pelo Atlantico), frutos do mar e do mangue (caranguejo e turu), pato, maniçoba (uma especie de feijoada das pesadas, que troca o feijão pela erva maniva), caruru (que tem como principal ingrediente o quiabo), tucupi e tapioca (ambos vindos da mandioca), jambu (uma erva que amortece a boca e um dos principais ingredientes do famoso tacacá), carne e queijo de bufalo (criados na Ilha de Marajó e que derretem na boca) e vatapá de receita própria.



Além da manga há uma infinidade de frutas tropicais, muitas que nunca ouvi falar. Não tive tempo de provar tantas delicias, só se eu almoçasse e jantasse umas três vezes ao dia, mas me deliciei com o Creme de Cupuaçu, Creme de Saputilla, suco de Graviola, e colhi Carambola, Manga, Caju e Bacuri do pé. Em um restaurante em Marajó pedi um suco de Caju e perguntei ingenuamente se era natural. Obvio que sim, afinal se os cajus caiam sobre minha cabeça na Ilha, porque alguém gastaria dinheiro para comprar um suco em pó ou congelado. Aliás, até a cerveja deles é paraense. Em todo bar do Pará a Cerpa é predominante.

Belém do Pará


“Me orgulho em dizer que isso é Belém
É Belém do Pará, Carimbó, Síria, Tucupi, Tacacá, Açaí na tigela

É Belém de "Fafá", Baía do Guajará, Ilha do Marajó, ai que coisa mais bela!

Eu vim de lá, eu vim de lá, eu vim de lá também

Eu vim de lá, eu vim de lá, do meu Pará-Belém"

Banda Calypso


Belém foi a porta de entrada da minha viagem. Uma metropole com charme caboclinho e que tem um povo orgulhoso de sua terra. Do aeroporto ao Hostel, no bairro de Nazaré, vimos uma placa que diz “Terra das mangueiras” e dá pra ver logo que essas árvores enfeitam as ruas de fora a fora e as frutas caem de maduras em cima dos carros e de quem goste ou não de seu “gosto e sumo”. Também sentimos de cara o como a cidade é grande e seus problemas como tal – trânsito, pichações, lixo e assaltos lhe são bem comuns.


Procuramos a Secretaria de Turismo que fica na mesma rua do nosso Hostel e já percebemos que pudiamos esperar o melhor dos paraenses. Luciana, funcionária da BelémTur, não só entregou o mapa que pedimos, mas nos encheu de informações, fotos, sorisso, histórias, e uma atenção toda especial. Ela não era exceção no estado, fui bem recebida em todos os lugares que passei, sempre alguém amoroso cruzava nosso caminho disposto a nos ajudar. Algumas dessas pessoas eram comoventes, como a familia Castro que abriu as portas de sua casa.


Descemos a rua até a Praça da Republica, a principal da cidade, onde fica o Teatro da Paz (uma especie de Teatro Municipal). Como todo centro é bonito, porém maltratado, mas achei curioso que mesmo assim a praça era envolta de predios residenciais, coisa que não é comum no nosso centro.

Diário de Viagem

“Eu tive fora uns dias

Numa onda diferente

E provei tantas frutas

Que te deixariam tonta”


Hebert Viana


Foram curtos 11 dias, mas vividos intensamente a procura de um norte. Ops, do Norte, a rica e exuberante região de meu país. Vi o sol nascer e se por em praias desertas ou semi-desertas, provei sabores novos, fui acolhida por pessoas muito amorosas, ouvi boas histórias de pessoas interessantíssimas, e perdi as contas de como enchi meu coração de alegria e perdi o fôlego com paisagens surpreendentes. Descobri um Brasil novo para mim e para boa parte dos brasileiros, me descobri de novo, e descobri como o mundo é vasto, belo e todinho meu. Pude sentir uma parte do Norte (sim, porque ele é gigantesco, corresponde à metade do território nacional) com todos os meus sentidos, e principalmente com o coração.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Hey, Jud

Minha versão cearense de Hey, Jude – poderia ser, Hey, Judson. Ou “Oxê, Jud”.

Judson é meu cearense favorito, é meu franciscano favorito, meu percursionista favorito, meu corintiano favorito, meu teimoso favorito, meu dançarino favorito e o meu amigo favorito. Ele está sempre tentando agradar, e sempre consegue. Me deu o melhor presente de aniversário de todos os tempos. Foi muito bom descobrir que sou tão especial na vida dele, como ele é na minha.

Hey, Jud, você me fez um tanto mais feliz, ontem.

domingo, 4 de novembro de 2007

sábado, 3 de novembro de 2007

Paraiso Astral

Ok, eu não acredito em horoscopos, mas o desse mês deu até vontade de acreditar. Deve ser um tal de "Paraiso Astral". Tomara que os astros estejam certos.

Escorpião
A grande característica do seu signo é a capacidade de transformação. Neste que é o mês de seu renascimento, sua liberdade de ação removerá os obstáculos que a impedem de satisfazer seus desejos. Use a criatividade para realizar as mudanças necessárias nas rotinas de trabalho. Você estará em busca de harmonia e equilibrio, o que fará os acontecimentos fluírem. E, nos mesmos ambientes onde for buscar a paz espiritual, poderá encontrar também alguém especial. O romantismo e o idealismo a deixarão mais benevolente, com reflexos positivos para o relacionamento amoroso. A época é ótima para sair de férias com familiares. Experimentar novos tratamentos médicos e pensar sempre de forma positiva trará benefícios à saúde.